O frango ensopado da minha mãe: crônicas de comida, de Nina Horta

O Frango Ensopado da Minha Mãe é uma coletânea de textos que a cozinheira e dona de bufê Nina Horta escreveu para a “Folha de S.Paulo”, sempre de forma simples, alegre e elegante, transformando em crônica esse universo fascinante da culinária.

Neste livro ela trata dos mais variados assuntos como hábitos alimentares, de receitas, de experiências de vida e de comida. Ela descreve ingredientes redescobertos e pessoas que se revelam cozinheiras.

Ainda não cheguei ao fim, mas estou degustando cada trecho e de olho nas receitas. Parabéns Nina.

Nina Horta é cozinheira, empresária e cronista de gastronomia.

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Cachecol azul de tricô com receita

Linha merino azul – agulha tricô nº 6,5.

Coloquei 72 pontos na agulha e trabalhei da seguinte forma

  1. 4 carreiras de cordões de tricô. (ida e volta tricô)
  2. Na carreira seguinte 1 ponto meia e 4 laçadas no mesmo ponto, até o final da carreira.
  3. Na volta passe o primeiro ponto para agulha e solte as laçadas e pegue os pontos até ficarem oito pontos bem altos na agulha. Separe os 4 últimos pontos e trespassem sobre os 4 primeiros e faça tricô nos 8. Fazer assim até o final de 8 em 8 pontos.
  4. Voltar em tricô.
  5. Repetir as 4 carreiras de cordões de tricô
  6. Repetir os procedimentos de 2 a 4.

Deixar do tamanho desejado.

(receita retirada da internet)

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Seminário: Terapia iniciática, com Tereza Coimbra

Ela nos fala do conceito de dualidade. Dualidade vai além dos opostos, é divisão e não aceita a possibilidade de união. Não é isso que vivenciamos quando olhamos com sabedoria para a sombra. Jung diria que se estamos unilateralizados vamos atrair o outro lado. E que, quanto mais a sombra estiver contida maior o assombro que ela causa quando aparece.

Mais uma vez ela reforça a importância dos sonhos no processo de individuação dentro da teoria junguiana. Encerramos a sexta-feira com uma meditação za-zen.

A terapia iniciática tem como objetivo maior o crescimento pessoal e para isso quebra as couraças, o envólucro no qual estamos acostumadas a viver. A técnica da psicografia é um excelente instrumento para vencermos a resistência. Fizemos uma vivência com essa técnica.

Na terapia iniciática a terapeuta é uma acompanhante, o mestre está no interior da outra pessoa. Interessante, Tereza nos traz algo que me lembrou do seminário de transgeracionalidade. Fazer tricô – esse é um bom instrumento de proteção e intuição para a mãe interior. Seguindo esse mesmo pensamento de acompanhantes do mestre interior da outra pessoa, Carl Rogers dizia que seus clientes eram como suas plantas e ele os deixava seguir a luz do sol… Tereza nos fala então da relação corpo-mente-sentimento.

“Cada momento da minha vida é o mais importante” Vera Kohn.

Indicou alguns livros como: A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector. Tornar-se pessoa, de Carl Rogers, Memórias, sonhos e reflexões, de Carl Jung,  Terapia iniciática – Em Direção ao Núcleo Sagrado, de Vera Kohn, O Zen e nós, de  Karlfried Graf Dürckheim.

Texto retirado da “Memória da Tribo” feito por Juçara e Tânia.

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O tempo é um rio que corre, de Lya Luft

Nesse livro a autora tece uma bela reflexão sobre viver cada época em harmonia com a correnteza do tempo, permitindo que todas as etapas passem diante dos nossos olhos, assim como as águas que fluem por um longo caminho.

O livro é divido em três partes: águas mansas, marés altas e a embocadura do rio, mostrando como é a passagem do tempo nas diferentes etapas da vida.

A autora constrói a linha do tempo existencial desde a infância, adolescência, juventude, maturidade e a velhice

“O tempo não existe: tudo se resume ao instante. O antes disso é um rio que corre, mas não passa” Lya Luft

 

Lya Fett Luft foi uma escritora e tradutora brasileira.

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Maria, de Rodrigo Alvarez

O livro tem 206 páginas e 31 capítulos, divididos em três momentos: A vida de Maria: Theotokos, a Mãe de Deus; e Maria do Mundo, que trata sobre as faces de Maria e devoções. Entre as aparições, Alvarez fala sobre Guadalupe, Fátima, Lourdes, Catarina Labouré e outras.

O subtítulo é “A biografia da mulher que gerou o homem mais importante da história, viveu um inferno, dividiu os cristãos, conquistou meio mundo e é chamada de Mãe de Deus” e na capa traz a imagem de uma pietá, que é uma representação artística de Jesus morto, recém retirado da cruz, no colo de Maria.

O livro conta uma história de mais de 2000 anos e revela alguns pontos polêmicos sobre a vida de Maria. Cito como exemplo o papel secundário atribuído à mãe de Jesus nas escrituras. “Só existem seis falas atribuídas a Maria em toda a Bíblia”, destaca o autor.

A leitura nos prende pela beleza da narrativa, dos detalhes, das citações e principalmente porque se trata da Mãe de Jesus, daquela que se tornou uma das figuras femininas mais importantes de todos os tempos, principalmente para o mundo católico e para sempre para mim.

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodrigo  Alvarez é um jornalista e escritor brasileiro. Autor de vários livros como: Jesus, o Homem mais amado da história, Jornada Final dos Apóstolos, Maria, dentre outros.  

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