Ansiedade sob controle, de Lourdes Possatto

Estou com esse livro em mãos e encontrei esse resumo que fala muito sobre ele.

“É possível deixarmos de ser ansiosos? Não, definitivamente não, pois precisamos do mecanismo da ansiedade para sobreviver. Assim, você deve estar se perguntando: como uma pessoa faz para ser menos ansiosa, para se livrar dos tormentos da ansiedade negativa?

Ansiedade significa não estar no aqui-e-agora. Logo, se o que mais fazemos dentro de nossa cabeça é pensar numa série de coisas ao mesmo tempo, é certo que quase nunca estamos centrados no momento presente, gerando uma ansiedade negativa e a maioria dos sintomas psicossomáticos causados por ela.

Dicas e técnicas de relaxamento, meditação, alfagenia e biodança. Dividido em duas partes, aborda os seguintes temas: “Conceituando”, “Doenças psicossomáticas e suas causas emocionais”, “Raízes da ansiedade”, “Testando a ansiedade”, “Elucidando a ansiedade por meio de alguns casos”, “Doenças psicossomáticas”, “Em busca das soluções: controlando a ansiedade”.

Texto retirado do site: www.livrariauniversoespirita.com.br 

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A bela strelitzia

Strelitzia é uma flor colorida em formato que lembra uma ave daí ser conhecida também como ave do paraíso. Ela forma grandes e vistosas touceiras em pleno sol sobre os jardins. É usada na composição de arranjos decorativos e muito usada na confecção da ikebana.

Elas são duráveis, exóticas e versáteis sendo uma ótima opção para plantio em entradas de casas contornando jardins etc.

 

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Lisianto, delicadeza em flor…

O lisianto é uma planta linda, bienal, de meses quentes. As flores têm formato de sinos e tem uma grande variedade de cores como branco, rosa, roxas e vermelhas e com pétalas coloridas em matizes na cor roxa com branco, rosa com branco.

Eu particularmente gosto muito da roxa, mas para os arranjos de ikebana o branco fica mais bonito.

É muito usada para a confecção de arranjos florais, conferindo sofisticação e delicadeza aos arranjos.

 

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Madalena sem filtro, de Rodrigo Alvarez

Em entrevista à Rádio Metrópole, o autor de Madalena Sem Filtro – Memórias Póstumas da Apóstola de Jesus, falou sobre a construção do livro enfatizando que “a ideia é trazer Madalena para o nosso tempo para entender essa personagem que foi tão mal falada e mal interpretada ao longo da história de uma maneira diferente. Passaram-se dois mil anos e hoje, incrivelmente, há mais recursos para entender Madalena do que tínhamos há cem ou duzentos anos atrás, com muitas descobertas arqueológicas.

A ideia é contar a história, mas trazer ao nosso tempo com o conhecimento que se tem hoje.

É uma Madalena que fala em primeira pessoa. De certa forma, é como se fosse ela se apresentando uma outra vez”, declarou o jornalista.

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodrigo  Alvarez é um jornalista e escritor brasileiro. Autor de vários livros como: Jesus, o Homem mais amado da história, Jornada Final dos Apóstolos, Maria, dentre outros.  

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Ikebana: especial junho!

O mês de junho é conhecido por suas festividades Dia dos Namorados, de Santo Antônio, São João e São Pedro; por aqui lembro especialmente da festinha da Igreja Santo Antônio e o da Igrejinha de Fátima. É muita canjica, cachorro quente, quadrilhas, tudo com muito colorido.

É o mês do meu coração! Mês do meu aniversário, do aniversário do meu pai e do meu irmão Adalécio. É um mês de comemorações! Muitas! Sempre tem muitos encontros para os parabéns!

 

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Não te rendas, de Mario Benedetti

Não te rendas, ainda estás a tempo
de alcançar e começar de novo,
aceitar as tuas sombras
enterrar os teus medos,
largar o lastro,
retomar o voo.

Não te rendas que a vida é isso,
continuar a viagem,
perseguir os teus sonhos,
destravar os tempos,
arrumar os escombros,
e destapar o céu.

Não te rendas, por favor, não cedas,
ainda que o frio queime,
ainda que o medo morda,
ainda que o sol se esconda,
e se cale o vento:
ainda há fogo na tua alma
ainda existe vida nos teus sonhos.

Porque a vida é tua, e teu é também o desejo,
porque o quiseste e eu te amo,
porque existe o vinho e o amor,
porque não existem feridas que o tempo não cure.

Abrir as portas,
tirar os ferrolhos,
abandonar as muralhas que te protegeram,
viver a vida e aceitar o desafio,
recuperar o riso,
ensaiar um canto,
baixar a guarda e estender as mãos,
abrir as asas
e tentar de novo
celebrar a vida e relançar-se no infinito.

Não te rendas, por favor, não cedas:
mesmo que o frio queime,
mesmo que o medo morda,
mesmo que o sol se ponha e se cale o vento,
ainda há fogo na tua alma,
ainda existe vida nos teus sonhos.
Porque cada dia é um novo início,
porque esta é a hora e o melhor momento.
Porque não estás só, por eu te amo.

Mario Benedetti é um escritor e poeta uruguaio. Autor de vários livros como Westerday y mañana , Despistes y franquezas; La borra del café, dentre outros.

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