Flor versátil de fuxico

Fiz assim: cortei cinco circulo  de tecido em seda estampado; depois dobrei um lado pra dentro, dobrei o outro, dobrei ao meio e franzir na lateral de cima.

Fiz as cinco pétalas assim unindo umas às outras; colei um circulo menorzinho do mesmo tecido e fixei um alfinete e no outro, na parte da frente preguei um botão.

É rápido de fazer e torna-se um lindo enfeite para blazer, bolsa, cinto, colar, etc, etc.

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Com a palavra, os bibliotecários!

Da coluna do Blog do Galeno Amorim (http://www.blogdogaleno.com.br/) uma excelente notícia: O Conselho Federal de Biblioteconomia acaba de assinar um termo com o MEC para ajudar o governo na autorização e reconhecimento dos cursos de graduação na área. A entidade não dará a palavra final, mas seu parecer vai ter peso na avaliação dos pedidos, inclusive para renovação dos cursos. É uma bela oportunidade para os bibliotecários darem uma nova turbinada na guinada que vem sendo dada, nesta década, no sentido de ajudar a formar, cada vez mais, profissionais que se voltem para a mediação e a promoção da leitura.

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Espiritualidade: um caminho de transformação, de Leonardo Boff

Espiritualidade  no mundo atual; numa leitura rápida destaquei dois momentos lindos:
Leonardo Boff diz que a “espiritualidade vive da gratuidade e da disponibilidade de enternecimento e de compaixão, vive da honradez em face da realidade e da escuta da mensagem que vem prementemente desta realidade. Quebra a relação de posse das coisas para estabelecer uma relação de comunhão com as coisas” e o outro momento é quando ele distingue religião de espiritualidade; “religião está associada a instituições, dogmas e rituais, a espiritualidade diz respeito às qualidades do espírito humano: solidariedade, tolerância e amor”.

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Fotografando por aí…

Adoro fotografias, registrar momentos, guardar lembranças, por isso saí por aí fotografando e selecionei algumas fotos que gostei muito.

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Meu poeta! Nó

O dia é mais frágil do que a flor;
Mais breve do que a vida
que há em cada pétala.
Às vezes, não sei como desatar
O nó singelo da poesia.
Meu amor tinha a ilusão de ser como o dia:
Auto-alimentar-se com a sua energia.
– Meu Deus!
Quanta engenhosidade há na poesia:
Mágoa e denúncia;
Amor e concupiscência,
Saudade e tristeza,
Nostalgia e agonia.
Às vezes, não sei como desatar
O nó górdio da poesia;
– Mas me digam quem saberia?

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