Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal/ABDF

Há pouco tempo encontrei com minha amiga Iza Antunes; encontrá-la é sempre muito bom; olho pra ela e vejo sempre uma pessoa incansável na luta pelas bibliotecas públicas e pelos bibliotecários. Ela é a atual presidente da Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal/ABDF e por isso dedico esse espaço para que a sociedade e os bibliotecários conheçam um pouco mais sobre essa Associação, da qual faço parte.
RESUMO HISTÓRICO DA ABDF
Fundada em 18 de setembro de 1962. Teve como motivação para sua criação a luta pela regulamentação da profissão de Bibliotecário, junto ao Congresso Nacional cuja Lei foi promulgada em 30/6/62, Lei n. 4.084 regulamentando a profissão do Bibliotecário, como profissional liberal.
MISSÃO
Promover a excelência dos serviços de biblioteca, por meio do aperfeiçoamento e do reconhecimento da profissão de bibliotecário, contribuindo para dignificar a classe e para democratizar a informação para a sociedade do Distrito Federal.
ATUAÇÃO
Vem atuando na atualização dos profissionais bibliotecários, defendendo os interesses da classe bibliotecária de Brasília, advogando pela melhoria dos serviços bibliotecários, dando assistência na criação de novas bibliotecas no Distrito Federal.
É pioneira em Brasília na capacitação de auxiliares de biblioteca, pessoal de nível médio, buscando a profissionalização de pessoal de apoio para as bibliotecas.
Anualmente oferece mais de 10 cursos de formação para auxiliares de biblioteca.
É filiada a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições, e registrada no Conselho Regional de Biblioteconomia 1ª Região – CRB-1.
Em 1982 ao completar seus 20 anos de atividade, dentro das comemorações de aniversário, criou e organizou a 1ª Feira do Livro de Brasília, realizada no Centro de Convenções. Evento que se transformou na maior festa do livro e da cultura de Brasília e do Centro-Oeste. Foi homenageada em livro que conta a história das Feiras do Livro de Brasília. Seu autor é o escritor Lourenço Cazaré, com o título “O livro das Feiras do Livro de Brasília (1982-2006).”
Participa todos os anos, com estande na Feira do Livro de Brasília, onde realiza venda de livros da área, lançamentos de livros, divulga a profissão, doa livros, promove palestras e colabora com a programação cultural da Feira.
Mantém diálogo com autoridades do Governo do Distrito Federal, nas áreas de Educação e Cultura, no incentivo a criação de novas bibliotecas públicas e escolares, na manutenção das já existentes e na contratação de bibliotecários para gerência das bibliotecas. Apresentou através de documento as autoridades locais as considerações e preocupações da classe bibliotecária sobre os destinos da Biblioteca do Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios.
Em outubro de 2007 participou ativamente da realização da primeira audiência pública realizada na Câmara Legislativa para discutir a situação das bibliotecas públicas e escolares de Brasília.
Presta serviço de consultoria e assessoramento a órgãos do governo e da iniciativa privada, com ou sem remuneração.
Encaminha, ao mercado de trabalho, bibliotecários e auxiliares que são contratados para órgãos públicos e instituições privadas.
A ABDF apóia projetos sociais como: “Escolas-Irmãs”, da Assessoria Especial da Presidência da República, “Varjão Cidade-Escola”, da Administração Regional do Varjão, Brasília, DF, projeto “Bibliotecas “Casa do Saber”, promovido pela Rede Gasol de Combustíveis. Neste último, a ABDF colabora na montagem de bibliotecas públicas, comunitárias e escolares, coordenando a seleção, separação, escolha dos livros adequados para as bibliotecas e na capacitação de pessoal que trabalha nas bibliotecas.
Atualmente é responsável pela coordenação técnica do projeto Bibliotecas Casa do Saber que já revitalizou mais de 41 bibliotecas em Brasília e no Entorno.
Participa, anualmente, das comemorações do Dia do Bibliotecário, 12 de março, em parceria com o CRB-1 e órgãos públicos e privados.
É promotora do evento “Biblioteconomia fazendo arte”, realizado todos os anos durante as comemorações do Dia do Bibliotecário. O objetivo deste evento é mostrar outras habilidades do bibliotecário fora da sua profissão. Assim, as exposições montadas durante a Semana do Bibliotecário já expôs trabalhos de bibliotecários pintores, artesãos, artista plástico e músicos.
A ABDF está localizada na SHCGN 702/703, Bl. G, Ed. Coencisa, nº 49, salas 101/102 – 70710-750 – Brasília, DF Tel: 3326-3835.
(texto de Iza Antunes)

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Profissão: Bibliotecário!

Costumo dizer que nasci bibliotecária! Ainda bem pequena lá no Colégio São Vicente de Paulo, em Bom Jesus da Lapa, estudava pela manhã e ficava na biblioteca durante à tarde. Organizava os livros, atendia aos leitores e lia, lia muito.

Somando a época da Católica e Correios são 35 anos de trabalho em biblioteca. Anos felizes! Anos realizadores!

Durante esse período, pouco tempo fiquei fora de Biblioteca, mas nunca me desliguei desses assuntos; fiz alguns trabalhos voluntários e fui para o Conselho Regional de Biblioteconomia/CRB-1 onde fui tesoureira e presidente nos anos de 2003 a 2005.

(texto livre)

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Dia do Bibliotecário

 

DIA DO BIBLIOTECÁRIO – 12 DE MARÇO

 

O Dia do Bibliotecário – 12 de março – é comemorado em homenagem aos profissionais da informação e celebra a data do nascimento de Manuel Bastos Tigre, jornalista, escritor, poeta e primeiro bibliotecário concursado no Brasil.

 

Nestes novos tempos em as tecnologias da informação e da comunicação revolucionam as mídias, aproximam pessoas e dilatam o tempo, o profissional da biblioteconomia vê o seu perfil ser alterado e adaptado a novas necessidades. Informática, telecomunicações, aprendizado contínuo e gestão da informação e do conhecimentos são áreas a serem dominadas pelos bibliotecários do século XXI.

 

O desafio é olhar e agir para além muros físicos da Biblioteca, trabalhando-a mais como conceito de gestão e menos como local físico de guarda, organização e manutenção de publicações. Biblioteca como conceito é um ambiente, virtual ou real, teleacessado ou visitado fisicamente, que favorece a organização e a disseminação da informação. Esta nova identidade da atividade possui considerável valor para pessoas e organizações. Estamos caminhando celeremente para uma sociedade do conhecimento, onde a informação permeia todos os nichos.

 

Neste dia, sinto-me homenageada e deixo meu abraço a todos os colegas profissionais bibliotecários pelo Brasil inteiro, que, com dedicação, esmero e humanidade, colaboram para a construção de um mundo melhor, onde a informação favorecerá um desenvolvimento econômico humanizado e socialmente integrativo.
Uma sociedade melhor sempre surgirá de uma sociedade de leitores. Nosso trabalho, como sempre, fará a grande diferença!

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Tomar a vida nas próprias mãos, de Gudrun Burkhard

Acabei de ler o livro Tomar a Vida nas Próprias Mãos, da escritora alemã Gudrun Burkhard. É um livro muito interessante e que me permitiu um novo olhar sobre a vida. Segundo Gudrun, a vida humana é dividida em ciclos de sete anos que são chamados de setênios. Esse estudo se constitui em bases para estudos biográficos.

Os setênios vão da infância à velhice, e são regidos por leis cósmicas. O 1º setênio dos 0 aos 7 anos; o 2º dos 7 aos 14 anos; o 3º dos 14 aos 21 anos, o 4º dos 21 aos 28 anos o 5º dos 28 aos 35 anos, o 6º dos 35 aos42 anos, o 7º vai dos 42 aos 49 anos, o 8º dos 49 aos 56 anos, o 9º dos 56 aos 63 anos e do décimo setênio em diante, após os 63 anos ainda sendo pesquisado, em função do aumento da expectativa de vida do ser humano.

Ela descreve várias características próprias de cada setênio que no meu entender, são características do desenvolvimento humano físico, mental e espiritual.

Destaquei para reflexão:
“cada ser humano pode ser um jardineiro de seu próprio pomar para saber quando é a hora de plantar, adubar, regar e depois colher os frutos”.
“ é como se no dia-a-dia tocássemos um instrumento musical. A cada época temos tons diferentes e no final da vida tudo se compôs como parte de uma grande sinfonia.”
“a própria vida é um caminho de iniciação; temos apenas de aprender a olhá-la e vivê-la conscientemente”…

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